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Nanopartículas de sementes de cânhamo e fotoenvelhecimento da pele: mais colagénio em células de laboratório

Uma tarde na praia do Algarve, um fim de semana no Rio de Janeiro, um verão inteiro ao ar livre: a pele guarda a conta. A radiação ultravioleta B, a parte da luz solar que provoca o escaldão, ativa na pele enzimas que cortam o colagénio, o andaime de proteína que a mantém firme. Com os anos, o dano acumula-se em rugas, flacidez e manchas, aquilo a que os dermatologistas chamam fotoenvelhecimento. Um novo estudo de laboratório pergunta se as nanopartículas de sementes de cânhamo, partículas minúsculas em forma de bolha retiradas de sementes descascadas comuns, conseguem inclinar a balança para o lado da reparação.

O trabalho, assinado por Hannah S. Park e Sehyun Shin, do Engineering Research Center for Biofluid Biopsy e da Escola de Engenharia Mecânica da Universidade da Coreia, em Seul, foi publicado no final de setembro de 2026 na revista científica com revisão por pares Molecules (DOI: 10.3390/molecules31193455). Está em acesso aberto e integra um número especial sobre ingredientes cosméticos naturais. Convém dizê-lo logo à partida: todos os resultados vêm de células cultivadas em placas e de ensaios em tubo. Ninguém aplicou nada na cara.

Pontos essenciais

Investigadores sul-coreanos isolaram nanopartículas semelhantes a vesículas a partir de sementes de cânhamo descascadas, a maioria entre 100 e 200 nanómetros, e testaram-nas em células humanas e de ratinho. Em fibroblastos da pele humana, as células que fabricam colagénio, a produção de procolagénio tipo I subiu cerca de 45%. Ao mesmo tempo, as partículas travaram o aumento de MMP-1, uma enzima que degrada o colagénio, provocado pela radiação UVB. As células da pele fecharam mais depressa uma ferida artificial e as células de pigmento de ratinho produziram menos melanina. Na inflamação, o quadro foi misto, e os autores reconhecem-no abertamente. A evidência é preliminar: apenas culturas celulares, réplicas técnicas sem testes estatísticos e um autor com ações na empresa que fabrica o filtro utilizado. É uma linha promissora para a ciência cosmética, não uma prova de que algum produto de cânhamo trave o envelhecimento da pele.

O que o estudo sobre nanopartículas de cânhamo e fotoenvelhecimento analisou

A equipa quis fazer duas coisas. Primeiro, mostrar que há um método prático para retirar nanovesículas intactas das sementes de cânhamo, o que é mais difícil do que parece. Depois, submeter essas partículas a uma bateria de testes laboratoriais ligados ao envelhecimento cutâneo: segurança para as células, produção de colagénio, degradação do colagénio após exposição a UVB, um modelo de reparação da superfície da pele, produção de pigmento, atividade antioxidante e sinais inflamatórios.

Foram usados quatro tipos de células. Os queratinócitos humanos (HaCaT), que formam a camada exterior da pele, serviram para os testes de segurança e de raspagem. Os fibroblastos dérmicos humanos, que constroem a rede de colagénio, foram usados nas experiências de colagénio, UVB e inflamação. Duas linhas de ratinho completaram o quadro: as células de melanoma B16F10, um modelo padrão de produção de pigmento, e os macrófagos RAW264.7, células imunitárias usadas para estudar a inflamação.

O que são os «exossomas» vegetais e porque é que a semente de cânhamo era um desafio

As células enviam encomendas umas às outras a toda a hora. São bolhas envoltas numa membrana gorda, carregadas de proteínas, gorduras e fragmentos de material genético; em biologia humana chamam-se vesículas extracelulares ou exossomas. As plantas produzem encomendas parecidas, e «exossomas vegetais» já surge como argumento de venda em séruns, sobretudo de cosmética coreana. Trabalhos anteriores com vesículas de gengibre, brócolos e outras plantas descreveram efeitos anti-inflamatórios e reparadores, e é por isso que os investigadores procuram novas fontes vegetais.

A semente de cânhamo tinha sido estudada sobretudo como fonte de óleo e proteína. Extrair-lhe vesículas é trabalhoso, porque está cheia de gordura, fibra e proteínas de reserva que entopem qualquer filtro. Os investigadores trituraram as sementes descascadas numa solução salina, centrifugaram a mistura duas vezes (30 minutos a 4000 × g e 60 minutos a 7000 × g), retiraram de cada vez a camada oleosa de cima e passaram o líquido por filtros de 0,8 e 0,45 micrómetros. Seguiu-se o passo decisivo: uma malha com carga positiva que prende as partículas de carga negativa, um pouco como um íman atrai limalha de ferro. As vesículas ficaram agarradas, o resto foi lavado e uma filtração final com poros de 50 nanómetros concentrou o resultado.

Ao microscópio eletrónico criogénico, as partículas surgiram como esferas intactas com uma membrana bem definida. A maioria media entre cerca de 100 e 200 nanómetros, com um diâmetro médio de 161,6 nm e uma mediana de 145,7 nm, várias centenas de vezes menos do que a espessura de um cabelo. A solução de partida tinha cerca de 1,7 × 10¹⁰ partículas e 197 microgramas de proteína por mililitro e, após cerca de seis meses de armazenamento, não mostrou alterações apreciáveis de tamanho, forma ou pH.

Os autores chamam-lhes deliberadamente «nanopartículas semelhantes a vesículas», e não exossomas. Ao triturar uma semente podem formar-se fragmentos de membrana que parecem vesículas mas que nenhuma célula viva libertou, e as diretrizes internacionais MISEV2023 sobre investigação com vesículas extracelulares pedem exatamente essa prudência na nomenclatura. O artigo admite ainda que, sem uma análise química detalhada, não é possível excluir por completo a presença de gotículas de gordura vindas da semente.

Mais pedreiros, menos demolição: colagénio e MMP-1

O colagénio da pele é como um edifício em obras permanentes. Os fibroblastos são os pedreiros que colocam vigas novas e a MMP-1 é a equipa de demolição. A radiação UVB contrata demolidores extra, e o fotoenvelhecimento é o que acontece quando estes trabalham mais depressa do que os pedreiros.

No estudo, a dose é expressa como proporção do líquido de cultura: 10% significa que a solução de partículas era a décima parte do líquido à volta das células. Nos fibroblastos, o procolagénio tipo I, precursor do colagénio maduro, subiu de 30,9 ng/ml nas células não tratadas para 34,2, 36,7, 42,6 e 44,8 ng/ml com 1%, 2%, 5% e 10%. O valor mais alto fica cerca de 45% acima do controlo.

Para medir a demolição, os fibroblastos receberam uma dose de UVB de 20 mJ/cm² e foram depois tratados com as partículas durante 24 horas. A radiação sozinha elevou a expressão do gene MMP-1 para 251,6% do nível das células não irradiadas. Com as partículas desceu degrau a degrau para 226,8%, 172,5%, 133,6% e 120,2% com 2%, 5%, 10% e 20%. O TGF-β, um fator de crescimento natural usado como referência, ficou nos 153,9%. Na dose de 20%, equivalente a cerca de 3,4 × 10⁹ partículas e 39,4 microgramas de proteína por mililitro, as partículas superaram numericamente essa referência.

Fecho de feridas, menos pigmento e alguma atividade antioxidante

No teste de raspagem traça-se com a ponta de uma pipeta um sulco numa camada de queratinócitos e observa-se a que velocidade fecha. Ao fim de 24 horas, o espaço restante media cerca de 90%, 89%, 87% e 83% do controlo não tratado com 2%, 5%, 10% e 20%. O melhor resultado, uma redução de cerca de 17%, superou o madecassosídeo, um composto conhecido da centela-asiática, que deixou cerca de 89%. Os autores sublinham que este teste não distingue entre células que se deslocam para o espaço e células que se multiplicam, e que não é uma prova direta de cicatrização.

Depois veio o pigmento. As células de pigmento de ratinho foram estimuladas com uma hormona (α-MSH) que dispara a produção de melanina, o pigmento do bronzeado e das manchas. Em comparação com as células estimuladas, a melanina desceu para cerca de 69% com 2% de partículas e para cerca de 63%, 59% e 58% com 5%, 10% e 20%, sem prejuízo para as células. Curiosamente, em tubo de ensaio as partículas quase não travaram a tirosinase, a enzima visada pela maioria dos despigmentantes, ao passo que o composto de referência, o etil ascorbil éter, chegou a cerca de 60% de inibição a 20 000 ppm. Tudo indica que as partículas atuam através dos próprios mecanismos de controlo da célula, e não bloqueando diretamente a enzima, embora o mecanismo continue por esclarecer.

Um teste químico de atividade antioxidante (DPPH) mostrou um efeito que aumentava com a concentração. Faz-se num tubo, sem células, pelo que ainda nada diz sobre proteção na pele viva.

A inflamação, o resultado que não encaixa na história antienvelhecimento

Aqui o estudo é invulgarmente franco. Em macrófagos de ratinho estimulados com uma toxina bacteriana, o óxido nítrico, um marcador de inflamação, passou de 0,42 μM em células em repouso para 14,24 μM. As partículas não o reduziram. Pelo contrário, subiu para 16,5, 18,2, 22,5 e 29,8 μM com 5%, 10%, 20% e 50%, sendo o valor de 50% pouco fiável porque, nessa dose, a maioria das células morreu.

Em fibroblastos humanos inflamados, a molécula mensageira TNF-α chegou aos 348,7% do nível basal e com as partículas continuou a subir, para 366,6%, 381,7% e 416,8% com 5%, 10% e 20%. Outro mensageiro, a IL-1β, foi no sentido oposto: de 239,3% para 233,8%, 211,1% e 198,8%, sem voltar ao nível basal. Os próprios autores concluem que os dados não sustentam um efeito anti-inflamatório geral. Para um ingrediente cosmético, a ressalva pesa, porque a inflamação crónica de baixo grau é ela própria um dos motores do envelhecimento da pele.

Que peso tem este estudo?

Ainda pouco. Todas as experiências foram feitas com linhas celulares em placas, e duas das quatro vinham de ratinhos. Não houve modelos de pele cultivada, nem animais, nem voluntários. As partículas foram adicionadas diretamente ao líquido que banha as células, pelo que o estudo nada diz sobre se partículas de cerca de 160 nanómetros conseguem atravessar a camada exterior da pele real a partir de um creme.

A estatística é escassa por desenho. Cada resultado é a média de três réplicas técnicas do mesmo ensaio, e os autores esclarecem que não calcularam valores p nem reivindicam significância estatística: descrevem tendências e dimensões de efeito. É honesto, mas significa que nenhuma das diferenças acima foi testada contra o acaso.

Há mais limites. Foi usada uma única dose de UVB e as células foram tratadas depois da irradiação, o que se aproxima mais da reparação do que da prevenção. Também não se sabe o que as partículas transportam, se lotes diferentes se comportam da mesma forma nem que vias de sinalização estão envolvidas; os autores apresentam tudo isto como próximos passos. O artigo não refere a medição de canabinoides na preparação. E existe uma ligação comercial: o filtro eletrocinético foi desenvolvido no laboratório dos autores e é fabricado pela Microgentas, empresa da qual Sehyun Shin é acionista. O artigo declara-o e afirma que as conclusões foram tiradas de forma independente. O financiamento veio do Korea Evaluation Institute of Industrial Technology.

Quanto à segurança, os dados só tranquilizam dentro de certos limites. Até 20%, os quatro tipos de células mantiveram-se saudáveis, mas com 50% a sobrevivência caiu para 76,8% nos queratinócitos, 81,8% nos fibroblastos, 49,7% nas células de pigmento de ratinho e 12,6% nos macrófagos.

Raízes, caules e sementes: uma linha de investigação em crescimento

O trabalho faz parte de uma linha de investigação sul-coreana pequena mas muito ativa. Um estudo de junho de 2026 no International Journal of Cosmetic Science obteve nanopartículas semelhantes a vesículas de raízes de canábis cultivadas em laboratório, com cerca de 128 nm, que protegeram os queratinócitos do dano por UVB, reduziram MMP-1, MMP-3 e MMP-9 e reforçaram genes da barreira cutânea. Um artigo de 2025 na Molecular Medicine Reports descreveu nanopartículas de caules de Cannabis sativa, com cerca de 120 nm, que baixaram a atividade de genes ligados à melanina nas mesmas células de pigmento de ratinho.

A semente tem uma vantagem prática sobre a raiz e o caule: já é uma matéria-prima alimentar e cosmética, e é a parte da planta sem carga psicoativa relevante. Uma revisão de 2025 sobre os nutrientes da semente de cânhamo descreve os ácidos gordos, proteínas e antioxidantes que a tornam atrativa.

Quem acompanha a nossa cobertura reconhecerá o tema. Este verão analisámos um extrato de canábis testado contra a radiação UVB em células de pigmento, e na nossa revisão da ciência sobre o CBD nos cuidados de pele resumimos o que se sabe sobre acne, psoríase e envelhecimento. O óleo da semente já é um clássico da cosmética, pelo perfil de gorduras que explicámos a propósito do óleo de cânhamo e dos ómega-3. As vesículas são outra coisa: separam-se da fase aquosa da semente, não são prensadas com o óleo.

Portugal: as sementes de um lado, as flores do outro

Em Portugal, a fronteira para a cosmética está traçada com invulgar clareza. A Circular Informativa n.º 014/CD/100.20.200 do Infarmed, de 11 de fevereiro de 2022, lembra que o regulamento europeu dos cosméticos, o Regulamento (CE) n.º 1223/2009, proíbe as substâncias das tabelas I e II da Convenção Única de 1961 através da entrada 306 do seu anexo II. Na prática, os cosméticos não podem conter canábis, resina, extratos ou tinturas, nem folhas e sumidades floridas, seja qual for o teor de THC e mesmo quando se trata de cânhamo industrial. A exceção são as substâncias obtidas a partir das sementes de plantas com THC até 0,2%, de variedades inscritas no Catálogo Comum da UE, como o óleo de sementes de canábis.

É essa a linha que interessa a um ingrediente como o do estudo coreano: as partículas vêm da semente descascada, não da flor. Ainda assim, um ingrediente novo não se qualifica apenas pela origem botânica, e a avaliação de cada produto concreto cabe ao fabricante e à fiscalização do Infarmed.

O canábis medicinal segue outro caminho. A Lei n.º 33/2018 regula o uso de medicamentos, preparações e substâncias à base da planta para fins médicos, sempre com autorização do Infarmed, e o Decreto-Lei n.º 8/2019 define as regras de cultivo, fabrico, comércio e exportação. O país tornou-se um polo exportador para a União Europeia: segundo o relatório de atividade do Infarmed para o 1.º semestre de 2026, as exportações passaram de 31 188 kg em 2024 para 79 883 kg em 2025, com a Alemanha a receber 58 257 kg, e só no primeiro semestre de 2026 atingiram 66 305 kg. Nada disto abrange cosméticos.

Brasil: cosméticos de fora, cultivo em regulamentação

No Brasil, a Anvisa manteve os cosméticos fora do quadro dos produtos de cannabis. A RDC n.º 327/2019 criou a autorização sanitária para produtos de uso medicinal, excluiu expressamente cosméticos e alimentos dessa categoria e chegou a vedar produtos nanotecnológicos, um pormenor curioso à luz de um estudo sobre nanopartículas. Em 2026 foi substituída pela RDC n.º 1.015/2026, aplicável desde 4 de maio, que alargou as vias de administração, incluindo a dermatológica, mas, segundo o Conselho Federal de Farmácia, continua a proibir cosméticos, produtos fumígenos e a planta ou as flores secas.

O cultivo também mudou. Em novembro de 2024, o Superior Tribunal de Justiça autorizou empresas a cultivar cânhamo com THC abaixo de 0,3% exclusivamente para fins medicinais e farmacêuticos e deu à Anvisa e à União um prazo para regulamentar. As normas resultantes entraram em vigor a 4 de agosto de 2026, e a Anvisa começou a receber pedidos de autorização especial para o cultivo.

No plano penal, a Lei n.º 11.343/2006, a Lei de Drogas, continua a ser a referência. Em junho de 2024, o Supremo Tribunal Federal fixou no RE 635659 que a posse de canábis para consumo pessoal é uma infração administrativa e não um crime, presumindo-se utilizador quem tenha até 40 gramas ou seis plantas fêmeas. Para doentes com prescrição, o caminho do cultivo doméstico passa pelos tribunais: as turmas criminais do STJ têm concedido salvo-condutos por habeas corpus para cultivo com fins medicinais. Nenhuma destas vias diz respeito a cremes antienvelhecimento.

Perguntas frequentes

O que são as nanopartículas de sementes de cânhamo?

Neste estudo são partículas minúsculas envoltas numa membrana, na maioria entre 100 e 200 nanómetros, separadas de sementes de cânhamo descascadas e trituradas. Parecem-se com as vesículas extracelulares que as células usam para trocar moléculas, mas os investigadores chamam-lhes «semelhantes a vesículas» porque não conseguiram provar que foram libertadas naturalmente e não formadas durante o processamento.

Contêm THC ou CBD?

O artigo não refere a medição de canabinoides nas partículas. A semente de cânhamo contém muito pouco ou nenhum THC e CBD, que se concentram sobretudo nas flores e nas folhas, mas não foi verificado se ficam vestígios na preparação. Os efeitos descritos no estudo não são atribuídos a canabinoides.

Podem reverter rugas ou danos do sol?

Não há provas disso em pessoas. O estudo mostrou mais procolagénio e menos MMP-1 induzida por UVB em células de pele humana cultivadas em placas, sem testes estatísticos e sem ensaios em pele real. Se as partículas penetram na pele a partir de um creme ou mudam o seu aspeto é, por enquanto, uma incógnita.

Os cosméticos com sementes de cânhamo são permitidos em Portugal e no Brasil?

Em Portugal, o Infarmed admite em cosméticos substâncias obtidas das sementes de variedades do Catálogo Comum da UE com THC até 0,2%, como o óleo de sementes, mas proíbe extratos, tinturas, folhas e flores de canábis, mesmo de cânhamo industrial. No Brasil, as normas da Anvisa sobre produtos de cannabis excluem e proíbem os cosméticos, e o estatuto do óleo de sementes em cosméticos não está definido de forma explícita nessas normas. Em ambos os países, um cosmético não pode alegar tratar ou prevenir doenças.

Aviso legal

Este artigo tem fins exclusivamente informativos e não constitui aconselhamento médico, jurídico ou regulamentar. O estudo descrito foi realizado com células em laboratório e não foi testado em pessoas; os seus resultados não demonstram que qualquer produto previna, trate ou reverta o envelhecimento da pele ou qualquer doença cutânea. As regras sobre cânhamo, canábis e cosméticos diferem entre Portugal e o Brasil e mudam com o tempo. Perante problemas de pele, consulte um dermatologista; para dúvidas jurídicas sobre produtos concretos, um advogado do seu país.

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